sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

2012

Desde 1989, logo após o evento da convergência harmônica, meu coração começou a pulsar amor verdadeiro. Mas as consequências disso não foram nada boas. Desenvolvi minha intuição e pude saber dos planos para este planeta de uma forma que envolvia toda a humanidade. Minha consciência se expandiu e compreendi que somos todos humanos e cada um tem seus motivos para ser e fazer o que quiserem e/ou puderem para tentar ser feliz.

Depois de compreender passei a amar. Enquanto isso, fui traída sem ter traído jamais, na inconfidência de minha visão intuitiva. Me sentia um extraterrestre que caiu no planeta errado. A história do patinho feio cabia perfeitamente em mim mas eu não achava a tribo dos cisnes. Muita coisa deu errado.

Resolvi que tinha que arregaçar as mangas e fazer com minhas próprias mãos algo que me significasse neste planeta.

Deu errado.Um ano de reuniões e pesquisa em vários lugares diferentes e a confecção em gerência participativa para a criação de um projeto (COJI) para o meu colégio, foi engavetado.

Casei-me. Separei-me.

E o planeta engasgando e eu sofrendo.

Deprimi.

Meditei.

E as promessas redentoras que minha intuição cantarolava como uma canção nunca se cumpriam.

Paciência, persistência e perseverança era o comando silencioso para que não desistisse de amar.

Perdoei minha mãe (talvez o feito mais milagroso de todo o processo).

Entre lágrimas, solidão e sensação de não pertencimento fiz todos os conselhos, palestras, cursos e até uma faculdade de psicologia e uma de filosofia (incompleta) na tentativa de aliviar a dor.

Finalmente chegou o tempo e a hora.

A persistência desenvolveu em mim a humildade. A perseverança, a coragem.

E de tanto esperar... quando vi, já estava ali, feito!

Chegou a hora!

Hoje, não critico o governo mas mantenho o discernimento.

Reivindico sem perder a ternura e a fé no povo, principalmente no meu povo brasileiro.

Não me incomodo mais tanto com quem não faz (ou pensa igual) a mim.

Sei deixar o outro livre porque me libertei.

E livre, comecei a ensinar aos únicos que restaram ao meu redor - talvez por obrigação - aquilo que tinha me trazido a libertação da dor, da crítica e da insatisfação e me preencheu de amor: a Meditação LAICA.

Não ensino a meditação laica em nome de nenhum deus, crença ou filosofia. O faço por uma explosão de  amor irresistível no meu coração. Um amor incondicional. E hoje, por todos os alunos que tive, por todos alunos que terei e por todos os alunos do mundo(!) quero revolucionar o currículo do ensino médio. E com  paciência, persistência e coragem lanço o primeiro passo dessa revolução, o livro MEDITAÇÃO LAICA EDUCACIONAL para UMA EDUCAÇÃO EMOCIONAL.

A hora chegou para todos! Não pergunte o que o governo, a economia, o euro ou o dólar podem fazer por você. Faça você mesmo o seu mundo melhor. EU AMO VOCÊ, CONFIO EM VOCÊ, SOMOS UM!


Por mim e por você, eu vivo!
Claudiah Rato.

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